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sábado, 17 de setembro de 2016

Imagine um mundo PROIBIDO PARA MORAIS.

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Desde os primórdios, antes mesmo de a cultura grega difundi-lo, que o erotismo literário seduz o ser humano. E não se pode negar que eles atraem. Por isso, influenciado por várias culturas, mais internet e a Literatura, que eu comecei a gostar de escrever, desde a minha adolescência, contos eróticos. Mas como todo escritor, deixei guardados muitos de meus textos, que fui aprimorando ao longo desses anos. E o resultado serão as próximas páginas que vocês irão apreciar.
O título do livro é uma provocação e um aviso aos navegantes. Uma provocação para essa sociedade que vende imagens de conotação sexual e depois censura quem as pratica, e um aviso para essas pessoas que se auto intitulam puritanos. Mas venhamos e convenhamos: no fundo, todos os que enchem a boca para dizer que são moralistas, possuem uma tara reprimida dentro de si, e abafam-na repreendendo aqueles que têm coragem de fazer o que eles mesmos não têm.
Nos contos que vocês irão ler, os encontros acontecem de maneira casual, no trabalho ou em família, entre pessoas que não tem nenhum vínculo afetivo, nos lugares mais inesperados e nas situações mais diversas. Algumas personagens que vocês já conhecem, ao terem seus desejos despertados, não perdem a oportunidade de praticar seus atos libidinosos. Por isso apresento agora PROIBIDO PARA MORAIS: um pouco da mente pervertida deste autor que vocês já conhecem. E não se assustem com as leituras, caso elas comecem a mexer com seus hormônios. Segue abaixo, um dos contos contidos no livro:


xxx A ECHARPE VERMELHA xxx


Morava a menos de cem metros da praia, numa bela casa de quatro quartos. Mas para infortúnio da sua vida, tinha uma mãe dominadora. Passava dias e dias acorrentada, com consolos vibradores em seus orifícios. E às vezes passava pelas mãos de vários homens ao mesmo tempo em que era assistida pela mãe sádica. Aquilo só teve um fim, quando ela se formou em direito, se casou com um dedicado médico cirurgião e aceitou transformar a filha única em escrava sexual da velha que viria a ser a avó dominatrix da filha e da neta.
Assim ela, a menina-neta, que fora batizada com o mesmo nome da avó, cresceu no meio de muitas perversidades sexuais. Desde nova já era acostumada com a prática do sexo oral, e com o gosto do esperma de homens diferentes (pois a avó ordenava que todos ejaculassem na boquinha dela, para que ela crescesse bem fortinha), a sentar no colo dos amigos dos pais e sentir seus membros eretos, a dormir numa gaiola de coelhos e a passar dias, acorrentada num canto da casa, comendo e bebendo em tigelas como um animal doméstico e a ser abusada de várias maneiras por homens e mulheres de todas as idades. Mas com o tempo, foi percebendo que ser uma escravinha obediente e carinhosa, rendia muitos presentinhos das pessoas que se diziam seus donos. Sem contar que foi obedecendo que conquistou aos poucos, o direito de ir e vir.

Ela aprendeu também a ter vida dupla, e todos os moradores da rua e do bairro, quando olhavam a família indo aos domingos para o culto, não desconfiavam de que aquela menina carinhosa, meiga, educada e obediente fosse uma perfeita escrava sexual. Isso chamou a atenção do jovem mais fervoroso do grupo de mocidade, que era justamente o filho mais velho da pastora da igreja que ela e a família freqüentavam. Os dois começaram a sair juntos e se tornaram namorados. Ele tinha um profundo respeito por ela, e só pretendia fazer sexo com ela depois do casamento. Mas o jovem era inocente demais, pois não sabia nem metade do que se escondia por trás daquele sorriso meigo e daqueles lindos olhos azuis.

Um dia, estava chupando o pênis de um velho vendedor de cocos e sendo enrabada por outro homem mais novo, um vizinho da rua do fundo, quando a mãe dela entra na sala e pede que ela se despeça dos rapazes, pois tem que levar uma bolsa com uns presentinhos que a avó pediu para que a mãe comprasse, pois queria experimentar cada um deles na netinha. Eram consolos que foram encomendados pela internet, de tamanhos e grossuras variadas. A mãe chamando-a carinhosamente disse:

- Minha filha, arrume-se, coloque a lingerie e seu vestido vermelho, perfume-se e vá levar essa bolsa de consolos e cremes lubrificantes para a sua vovó. Mas já sabe: se alguém perguntar, diga que são remédios para emagrecer. E tome muito cuidado! Não fale com nenhum estranho. Assim que chegar, vou deixar você jantar na mesa com a gente. Hoje você não vai comer ração junto com os cachorros.
- Está bem mamãe - disse a menina, se despedindo dos homens e indo se arrumar.

Ela se preparou, colocou a lingerie antes de pôr o longo vestido de algodão vermelho, se maquiou e pôs a sua linda echarpe branca, que usa sempre quando vai para a igreja. E desde pequena, os irmãos e irmãs da igreja a conhecem como Dulcinéia: a menina que usa a echarpe branca.

Ao chegar ao ponto de ônibus, ela se deparou com um lobo quarentão de olhos pretos, chamado Gabriel. Ele era advogado e estava em cima de uma Harley Davidson, que ao olhá-la de cima a baixo como se a devorasse, mesmo ela usando um vestido composto, perguntou:

- Aonde vai menina? - Perguntou o quarentão, olhando para suas curvas, sua bunda e mirando o seu decote.
- Minha avó está com problema de obesidade. Vou levar esses remédios para ela.

Era mentira. O lobo além de reconhecer de quem ela era filha, pois a mãe dela era bastante conhecida nos tribunais e fóruns do estado tinha um bom faro como advogado, e sabia que ela não estava dizendo a verdade. A bolsa não exalava odor de remédios e nem mesmo de alguma coisa química. Ele tinha sacado que ela mentia. Mas mesmo assim, deu uma sugestão:

- Nossa. Coitada... Deve estar com uma auto-estima péssima. Mas leve para ela também esses colares e pulseiras. - Disse o quarentão apontando para um camelô que estava vendendo bijuterias perto do ponto de ônibus.

E enquanto ela escolhia alguns colares, ele se arrancou com a sua moto e tomando um atalho, chegou mais rápido na casa da avó da garota. Fingindo ser a netinha, bateu na porta e foi recebido. Entrou no quarto e ficou impressionado: o ambiente parecia mais um calabouço, com correntes, ganchos, chicotes, coleiras e consolos de vários tamanhos.

Assim que a avó da menina da echarpe branca viu o quarentão, o mesmo a imobilizou com uma chave de braço, bateu violentamente o rosto dela na parede, acorrentou-a e a despiu, arrancando-lhe a camisola, revelando que embaixo daquela roupinha de senhora indefesa se escondia uma dominatrix das mais perversas. O lobo arrancou as roupas de couro da velha, colocou-a de quatro e para seu espanto e admiração, viu que a avó da menina da echarpe branca era virgem em todos os sentidos, deduzindo que a mãe da menina, a conceituada doutora Berenice era adotada ou tinha sido seqüestrada de alguma maternidade.

Ele então não demorou muito para agir, sacou o membro duro do meio das pernas e meteu na vagina da velha, que urrou de dor e até chorou ao sentir o pênis do quarentão entrar de uma vez, indo bater em seu útero. O lobo começou um vai e vem frenético, segurando a velha pelos cabelos, xingando-a e enchendo-lhe de tapas, deixando sua bunda totalmente avermelhada.

Depois de gozar dentro da mulher, ele tirou o pênis melado de sangue e gozo e, ainda duro, meteu na boca da mesma, para que ela sentisse o sabor da sua virgindade sendo perdida aos setenta anos. Não satisfeito, ele cuspiu no rabo da avó da menina, e socou o pênis de uma vez, arrombando as pregas da velha dominadora. A mulher chorava igual a um bebê, sentindo suas pregas sendo arrombadas. Aquilo só teve um fim, quando Dulcinéia, a menina da echarpe branca bateu na porta da casa da avó. Rapidamente o lobo amordaça a velha, a pendura de cabeça pra baixo dentro do guarda-roupa, veste a sua camisola e deita em sua cama, cobrindo-se com o lençol.

- Entre minha netinha - falou o quarentão entre as cobertas.

Assim que a menina adentrou no quarto, ao ver a avó deitada, disse:

- Que orelhas e olhos grandes!

E o quarentão respondeu:

- São para te ouvir e ver melhor.
- Que nariz tão grande!
- É para te cheirar melhor.
- Que mãos tão grandes!
- São para te acariciar melhor - disse o lobo passando a mão na bunda de Dulcinéia.
- Que volume enorme, apontado pra cima embaixo do lençol!
- É para te comer melhor! - Disse o quarentão pulando em cima da menina, arrancando suas roupas e algemando-a com as mãos para trás.

Após algemá-la, ele abusou dela de várias maneiras e em várias posições diferentes. O lobo violentou a menina de um jeito tão animal que ela se desmanchava em orgasmos. Quando foi gozar, o animal introduziu seu pênis na bunda da menina e recheou seu orifício anal de esperma. Mas ele não demorou muito, e começou a meter de novo com força na vagina dela, socando várias vezes em seu útero. A menina já estava quase fraca, quando gozou com o enorme pênis do quarentão no meio de suas pernas.

Fraca e sem forças, a menina começou a defecar, tamanha era a dor que sentia no útero. Ela defecou, urrando de dor, uma merda misturada com o esperma do animal. Nesse momento, um monte de sentimentos passa em sua cabeça. A menina da echarpe branca, pela primeira vez estava entregue de corpo e alma para um macho sedento por sexo, de verdade. Ele não era como os homens e mulheres que a abusaram desde a infância. Ele a fez experimentar pela primeira vez em sua vida, a sensação de orgasmo, que poucos homens provocam nas mulheres.

Mas pela aparência do seu membro ser assustadora, e sua fome de sexo parecer que não tem fim, ela começou a gritar com mais força, quando o animal a fodia mais uma vez. Os gritos dessa vez eram mais e mais intensos. Ela urrava e pedia mais e mais, quando do lado de fora da casa da sua avó passava o seu namorado, o jovem obreiro da igreja que freqüentava aos domingos.

O habilidoso jovem, ao ouvir os urros e gritos da menina, previu que a mesma estivesse sendo atacada por algum assaltante. Ele então arrombou a porta da casa da avó da menina da echarpe branca, foi até o quarto e assim que entrou, ficou estarrecido com o que via: a namorada amarrada com as mãos para trás, sendo currada de quatro por um homem bem mais velho do que ele, que estava nu, trajando apenas uma jaqueta de couro. Aquilo era demais para a mente do jovem, que deduziu que o lobo a havia seqüestrado e subjugou-a, obrigando a jovem a fazer as suas vontades sexuais.

O jovem obreiro, munido de um pesado bastão que a velha usava para torturar sua neta, pulou em cima do quarentão e o matou com várias pauladas, cuja massa encefálica misturada ao sangue, jorrava em cima de Dulcinéia. A jovem queria dizer alguma coisa, gritar pra que ele parasse, mas o jovem estava tomado pelo ciúme de ver a sua amada sendo abusada por um monstro que havia quebrado seus sonhos e ideais de um matrimônio cristão feliz.

Depois de ter matado o quarentão, o jovem ligou para a polícia, que apurou o caso e declarou que o mesmo matou por legítima defesa. Depois soltou a avó dela de dentro do guarda-roupa. Todos comemoraram com um culto de ação de graças e uma festa dominical na igreja que eles freqüentavam. O jovem obreiro casou com a menina da echarpe branca e ela se converteu ao protestantismo no batismo das águas, se tornando uma esposa exemplar. Eles foram morar num apartamento no bairro Praia Formosa, sendo felizes para sempre. E depois de ter se convertido e saído de casa, ela nunca mais foi uma escrava sexual de sua família.

Mas mesmo sendo uma mulher de vida renovada, dois anos depois, ela colocou a sua echarpe branca, encheu sua bolsa com perfumes masculinos e pequenos outros presentes para homens, deu a desculpa de que ia ao shopping, e foi até o cemitério Colina da Saudade, onde fora enterrado Gabriel, o lobo quarentão. Ela então calmamente, e com lágrimas escorrendo pela face, deposita os presentes em cima da cova do quarentão, enrolou toda a sua echarpe branca ao redor do pescoço, chorando de amores, soluçando e deixando rolarem lágrimas na lápide, por ter encontrado aquele que seria o verdadeiro macho dominante da sua vida, tarde demais.

Aquele ritual de visitação era um ritual constante. Pelo menos uma vez ao mês ela ia visitá-lo desde o dia em que descobriu o cemitério onde ele tinha sido enterrado. Pois por mais feliz que fosse com sua vida renovada atualmente, ela não conseguia esquecê-lo. Então Dulcinéia, numa atitude corajosa, pôs seus óculos de sol, deitou-se ao lado da cova do lobo quarentão, sacou uma canadian belt de dentro da bolsa e com ela, atravessou sua própria garganta com toda a coragem de um suicida. Sua echarpe foi aos poucos ficando vermelha, devido ao sangue que escorria da sua jugular e empapava a mesma. E enquanto seu sopro de vida se esvaía, ela, deitada em cima da cova do único homem que amou, deu seu último suspiro dizendo:

- Estou... Indo meu... Amor. Indo... Até... V...



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