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quarta-feira, 19 de outubro de 2016

A vida de uma jovem sem amarras, relatado n'O DIÁRIO DA SECRETÁRIA

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Nº de páginas: 292
Gênero: ficção / erótico / biográfica
Sempre quis trabalhar com uma protagonista, mas nunca tive oportunidade de sentar e criá-la. Na verdade, eu nem sei trabalhar muito com personagens femininos. Por isso que essa vontade ficou engavetada por anos e anos. Foi apenas recentemente que surgiu o desejo de dar vida a alguém tão complexa quanto Ana Zara. Porém, para dar vida a ela, uma série de investigações foram feitas durante o processo. Primeiro eu tive que criar a personalidade dela e dar vida ao seu cotidiano. E nada melhor do que o ambiente acadêmico e o escolar, para ser o laboratório perfeito. Passei alguns meses observando as universitárias conversando sobre seu dia-a-dia nos terminais de ônibus, nos corredores da Universidade Federal de Sergipe e nas salas de aulas da mesma. Fui colhendo as características físicas e psicológicas mais marcantes que iam aparecendo e fui construindo a personagem, encaixando cada pedaço em seu lugar. Para deixar ainda mais instigante a leitura de Diana, criei muitos mistérios acerca da vida dela, a começar por sua dupla nacionalidade, que vocês irão descobrir ao longo da leitura. A vida dela, como vocês já devem perceber, se passa em Aracaju, na Universidade Federal de Sergipe e em alguma dessas escolas da vida que existem por aí.

Curta este trecho do diário que promete ser bastante lido neste ano:

13/09/2014 – RECADO DADO COM SUCESSO


"... - Você é o proprietário desse bar chiquérrimo? – perguntei enquanto passava-lhe vagarosamente a mão por seu rosto.
- Não! – Respondeu o barman, sorrindo e seduzido pelo meu olhar devorador.
- Você podia chamá-lo para mim? – Disse pro barman, afagando os cabelos prateados dele.
- Acho que não poderei ajudá-la, pois ele não está aqui hoje. – Disse o barman pra mim, eu percebendo que ele já está profundamente excitado com a situação, quase me beijando – Mas posso fazer algo por você?
- Claro que pode! – disse pra ele massageando-lhe a barba e enfiando dois dedos em sua boca, deixando que ele lamba e depois chupe vagarosamente – Preciso que você dê um recado para ele ainda hoje, pode ser?
- Hum... Esse recado pode ser dado a mim mesmo – disse o barman chupando meus dedos e olhando em meus olhos com um olhar devorador – Hum...
Eu então tirei os dedos da boca do barman, puxei ele mais pra perto de mim e continuei, bem sonsa:

- Diga ao proprietário desta espelunca que ele chama de bar, que não tem papel higiênico e nem sabonete, no banheiro das mulheres!

Após dizer isso, dei as costas para o barman e voltei para a mesa sozinha me sentar lá com Michele, pois estava querendo aproveitar o resto das bandas que ainda restavam, para curtir um pouco mais daquela noite, que estava apenas começando, era uma criança e eu era a tutora legal dela.

Ficamos no bar até as duas da manhã, quando resolvemos pagar a conta e vir embora. Tomamos um táxi e como estava tarde, Michele ficou preocupada comigo e insistiu que eu dormisse no apartamento dela, já que pelo celular, ela me mandou mensagem dizendo que não tinha ido com a cara do taxista. Eu também não tinha, pois ele tinha um ar de tarado e ficava o tempo todo dando indiretas na gente.

Pagamos o táxi e subimos pro apartamento de Michele. Quando entrei, vi que os pais dela não estavam. Eles tinham ido para o interior e ela estava sozinha em casa esse fim-de-semana. Assim como eu, ela também era filha única e dormia numa suíte, que por sinal era enorme e tinha uma cama boxe de casal que cabiam umas cinco pessoas em cima. Tomamos um banho e ela me emprestou uma camisola. Como não tinha ninguém no apartamento. Ficamos deitadas, conversando sobre a noite que tivemos e decidimos nunca mais ir nesses lugares badalados por gente desinteressante que não tem nada a oferecer a não ser dinheiro.

Ficamos conversando uma perto da outra, nos olhando e rindo. Nisso a conversa havia terminado. Michele me olhou com uma certa malícia e mordeu os lábios. Apesar de ser minha amiga desde a adolescência (a adolescência dela, já que sou mais velha cinco anos), a safadinha sabia me dizer com os olhos, o que a boca não conseguia pronunciar. E como ela e eu temos orientações sexuais iguais, não tínhamos problemas em colorir a nossa amizade de vez em quando. Por isso que o beijo entre a gente foi inevitável. Ela beija bem, como uma ninfeta, mas beija bem. E aquele beijo estava romanticamente excitante.

Quando paramos para dar uma respirada, nossos corpos estavam acesos. Meus seios já queriam furar a camisola de tão excitados, e minha calcinha estava ensopada. Foi quando Michele tirou a calcinha dela e jogou longe. Eu fiz a mesma coisa. E se você, diário, acha que fizemos amor, caiu do cavalo. Ela tem um vibrador com cinta, que fica guardado dentro do criado-mudo. Transamos até o dia amanhecer e dormimos juntas até meio-dia. Pedimos um almoço pelo telefone e depois de almoçarmos, vim para o meu apartamento aqui no Praia Formosa. Ainda estou sentando com um pouco de incômodo: sinal de que as lembranças foram fortes".

"...Após dias e dias de trabalho e cansaço inacreditáveis, consegui descobrir a causa da geração da vida, não mais do que isso, tornei-me, eu próprio, capaz de dar vida à matéria inanimada..."
É com a frase de Mary Shelley logo acima, que apresento a vocês O DIÁRIO DA SECRETÁRIA: o dia-a-dia de uma mulher única, inspirada em muitas, com seus próprios medos e anseios. E-book 18+, apenas R$7,99.

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